Entre o Power, algo de Melódico, excelentes incursões ao Thrash Metal e passagens intrincadas que remetem ao progressivo, o conjunto mostra grande preocupação com a coesão das estruturas de sua música, tendo aí bom destaque o trabalho da dupla de guitarristas. E, neste esquema, já conseguem bom resultado com um instrumental de primeira, como fica claro logo na abertura "Horse Spirit".Apesar de o repertório se apresentar relativamente irregular, há momentos marcantes como a muito boa “The Tyger”, pesadíssima, com ótimos solos e refrão matador, devendo causar bastante impacto ao vivo. Outras composições que se sobressaem são a veloz "Burning The Weels", dona dos arranjos mais diversos, e também "Walking With The Wolves" (que inclusive mereceu um vídeo-clip), bastante calcada no Thrash Metal, que é o estilo em que os brasilienses parecem ser mais bem sucedidos ao longo da audição.O próprio Rhevange assume sofrer influências de Rage, Megadeth, Metallica, Iron Maiden, Blind Guardian, Nevermore e por aí vai. São referências bastante válidas ao longo das 10 faixas - seis inéditas e quatro regravações – e o leitor pode ter a certeza de que a idéia por trás de "Unleash The Power" é não inovar em absolutamente nada, e sim procurar fazer o melhor possível em sua proposta e dentro das limitações inerentes a qualquer banda iniciante. E o caminho é este, com dedicação e honestidade.(Nota 7,0 - Ben Ami Scopinho)
WHIPLASH
 
Pegadas variadas, ótimas linhas de guitarra, baixo preciso, bateria versátil e vocal com diferencial. Com essas características o quarteto Rhevange mescla elementos do Heavy e do Thrash Metal, adiciona uma pitada de Progressive e gera composições criativas, não muito convencionais, mas interessantes.
Algumas passagens lembram clássicos, como Iron Maiden. Já em outras, nomes como Nevermore e até mesmo Cynic. Com essas referências, torna - se fácil concluir que os caras possuem talento de sobra.

ALL THE BANGERS
 

Depois de uma Demo e um EP lançado o Rhevange chega finalmente ao seu primeiro álbum full lenght, o excelente “Unleash the Power”. Tanto o nome da banda, como o título e a capa desse álbum nos remetem a uma forte banda de Heavy Metal tradicional, e o início da primeira música, “Horse Spirit”, aumentam essa impressão. Impressão? Isso mesmo, já que a banda mescla muitos elementos em sua música, desde guitarras com riffs pomposos e pesados, a partes intricadas, tanto usadas no Prog Metal. E não pára por aí... Alguns resquícios do Thrash Metal podem ser ouvidos em “With Power”, que é a música seguinte. A banda usa e abusa de ‘levadas’ pesadas, passagens intricadas e com Nathan Brasil (guitarra) e Wannder Carlo (baixo) fazendo uma interessante mescla nos vocais. As músicas, apesar de apresentar vários elementos, alternando passagens mais pesadas, com ‘levadas’ agressivas e intricadas, não são longas, o que conta muito a favor e faz com que o ouvinte queira apertar o botão ‘repeat’ pra ouvir o álbum novamente. Algumas músicas têm uma veia mais melancólica, principalmente nos usos dos vocais, como no caso de “Darkness or Light” e “Murmansk”. Durante o decorrer de “Unleash the Power” podemos ouvir umas nuances do Heavy Melódico, mas em pequena escala. Como grande destaque do álbum aponto “The Tyger”, que tem um instrumental apresentando um pouco de cada estilo que a banda passeia, ou seja, partes agressivas, andamentos intricados, vocais apresentando força na medida certa e um refrão cativante e que fica ‘grudado’ na cabeça. Obviamente que essa é minha escolha nesse álbum, mas outras músicas podem ser citadas facilmente aqui, como “Burning the Wheels”, “Walking With the Wolves” e “Revenge”. Completam a banda o eficiente baterista Júnior Brasil e outro responsável pelos bons solos e riffs de guitarras apresentando no álbum, Limark Matos. Boa gravação, parte gráfica simples, porém caprichada, e uma banda que tem tudo para figurar entre as grandes do Heavy Metal nacional.

RECIFE METAL LAW - WEBZINE
 

É impressionante percebermos como o heavy metal tradicional ainda tem força e continua seduzindo gerações de novos músicos e gerando grandes bandas em muitos países do globo. O RHEVANGE vem de Taguatinga-DF e já existe há sete anos, esse é seu debut álbum. "Unleash The Power" começa a impressionar pela belíssima capa em arte pintada, uma ilustração original que apesar de manter o espírito do estilo, consegue ser vigorosa e com certeza resulturá em uma bela camiseta. Na era das montagens e colagens em photoshop, onde 90% das capas de CDs parecem feitas pelo mesmo artista, um trabalho gráfico original conta muito. Ainda sinto um enorme prazer em escutar as músicas enquanto vejo a capa e leio as letras e fiz isso com esse CD. Deixando a parte gráfica de lado falemos da música, primeiro é importante ressaltar que as estruturas harmônicas do som são calcadas no metal tradicional, principalmente em medalhões como Iron Maiden, Judas Priest & Angel Witch, ecos de NWOBHM são evidentes, mas o diferencial principal do RHEVANGE são as pitadas de thrash metal que podem ser percebidas ao longo do CD, nas guitarras, cozinha e sobretudo nos vocais de Wannder Carlo, também baixista, que possuem um timbre e entonação muito parecidos com os de James Heatfield do Metallica. Isso fica evidente nas faixas "The Tyger" & "Mursmansk" - por sinal dois destaques do álbum - onde os riffs, a estrutura de refrões e a cozinha cheia de punch funcionam perfeitamente, certamente serão carros chefes nos shows da banda. O álbum é muito coeso, no decorrer das 10 faixas a banda consegue passar o seu recado com energia e feeling, e dá vontade de apertar o play  novamente ao final, em nenhum momento o CD torna-se enfadonho. Além das 2 faixas destacdas ainda ressalto a bela "Good Samaritan", que tem uma estrutura épica e rifferamas emocionantes, faixa digna de grandes nomes do estilo. Em um panorama tão desgastado pelo número de bandas clones, o RHEVANGE consegue reverenciar suas influências e ao mesmo tempo apresentar personalidade em seu som. A produção sonora também está muito boa. Recomendo a audição! (Nota 9,0 - Edgar Franco)

KREPUSKULUM - WEBZINE
 
Porrada Heavy/Power de prima com um produção cuidadosa em todos os detalhes finalmente temos em mãos o debut dos brasilienses da Rhevange banda que ta na ativa a algum tempo sempre fiel ao hm, o quarteto refinou neste trabalho tudo aquilo que veio mostrando em shows o cd é completo e em 10 sons a banda mostra o amadurecimento e começa um novo estagio em sua estrada metalica. O cd abre com Horse Spirit que de cara ja mostra o que esta por vir, os maiores destaques ficam também The Tiger que tem a participação de Carlos Zema (Outworld, ex Heavens Guardian), mas uma musica mereçe destaque especial é Eyes of the Sun bem na linha power mostra com nitidez o som da banda, ja em Burning the Whell Is mostram uma tendência mais tradicional. O que podemos destacar também é o grande entrosamento de todos mas um especial para a batera de Junior Brasil. Belo trabalho.
AMZ(Anápolis Metal Zine)
 

Primeiro Cd oficial, eis o Debut Album dos brazilienses da banda Rhevange. Composto por 10 faixas, o quarteto ( ) pratica um Heavy Metal que mostra garras da linha tradicional, melódica, progressiva e "power" do estilo em um misto de influências enriquecedoras para a musicalidade do grupo.
O Rhevange está a trabalhar bastante as estruturas de suas músicas com um intrumental que com um peso sonoro agregado e pegado com coesão, fator relevante para não se perder diante dos vários arranjos expressos, por onde a cozinha do baixo/bateria alicerça o peso para as intervenções das guitarras com destaque aos riffs e duetos de solos acentuadores às composições; além logicamente dos vocais com tons fortes aliado a "backing vocals" constantes a clamar pelos nomes das faixas. As quais, respectivamente no "track-list" do álbum, intitulam-se: " Horse Spirit", "With Power", "Darkness or Light", "The Tyger", "Eyes of the Sun", "Burning the Wheels", "Murmansk", "Walking With the Wolves", "Good Samaritan" e "Revenge".
Ah, o nome Rhevange foi inspirado na música “Taste My Revenge” da banda Sanctuary e dentre as influências comuns ao espírito da banda, a absorção no Nevermore é a mais notada nas faixas. A produção do material ficou interessante, desde a capa ao encarte com todos os detalhes das letras, infos e foto da banda.

THUNDER GODZINE -WEBZINE
 

 

“Não é de hoje que a Rhevange é uma das principais bandas de Heavy-Power da região centro-oeste. 'Unleash the Power' tem produção caprichada, a começar pela belíssima capa desenhada pelo artista e tatuador Daniel Lima, passando pelo bom gosto do lay-out, a boa gravação, culminando em uma música Metal com muita harmonia, arranjos bem lapidados e peso na medida exata que exige um digno Heavy-Power”

 

FINA FLOR DO ROCK

 

“Unleash the Power, material com boa produção, bastante Heavy Metal e músicos decididos em esbanjar seus conhecimentos musicais. Justo aguardar para conferir a repercussão de Unleash the Power”.

METAL CLUBE

 

“The Way to Follow lançada em 2003, traz um trabalho gráfico interessante contendo elementos da capa da primeira demo. O cd tem quatro ótimas músicas, Breed of the Death, Pain Sons, Breaking the Night Silence e The Way to Follow. A primeira faixa é uma introdução feita com um toque de piano bem arranjado, a segunda faixa já começa detonando com a bateria e dando seqüência ao heavy metal  criativo que a banda faz. Breaking the Night Silence  mostra um som bem variado também , The Way of Follow, a faixa título, conta com a participação do tecladista Thomaz Galuf do Dark Avenger, que também toca na Breed of Death. Vale a pena conferir o som da banda”

METAL PESADO

 

o caminho a seguir ‘(The way to follow) com um bom desempenho, entrosando o instrumental certamente aos vocais limpos, por vezes um tanto agressivos e agudos nos momentos cabíveis das passagens musicais...!!!
A banda obteve uma melhora em relação ao trabalho anterior, fato que comprova a evolutiva lapidação buscada pela banda dentro dos seus sinceros propósitos

THUNDERGODZINE

 

Ultimamente as bandas do DF vem com uma certa frequência, no quesito lançar CD´s. A banda Rhevange acaba de lançar seu Debut, "Unleash the Power" é o título que carrega 10 faixas do Power/Speed que sempre foi a proposta da banda. Produzido pelo guitarrista da banda, Nathan Brasil no Metal Daze Estúdio. O que temos aqui não tira a identidade da banda, exceto os vocais. Quem assumiu a voz foi o baixista Wannder Carlo, não soa muito diferente do antigo vocalista Wellington. Abrimos com o "Horse Spirit" ao inicio vem uma levada bem acelerada com a entrada dos vocais fica mais na linha do Doom Metal, algo mais sabastico."With Power", segunda faixa do CD uma das mais pesadasque nos remete mais o Thrash Metal com ótimos refrões que da caracteristicas ao estilo. Em seguida "Darkness or Light" faixa título da sua primeira Demo, regravada para entrar nesse novo trabalho. Na sequencia vem a primeira destaque do CD "The Tyger", ótima idéia da banda trazer um vocalista convidado para fazer um dueto com Wannder, nada mais indicado que Carlos Zema(Vougan, ex-outworld) essa nos faz lembrar o mais puro Power/Heavy tradicional. Depois dessa porrada está na hora de algo mais melódico. "Eyes of the Sun", chega lembra algo do Helloween mais especificamente do "Master of the Rings", "Burning the Wheels", "Murmansk" esa é outro destaque do CD, uma faixa bem feita tanto na composição como na harmoniade seus instrumentos, algo mais cadenciado. Eu particularmente fiquei imaginando essa música sendo cantada por Michael Kiske, como ela soaria, seria um bom experiment. Em seguida vem "Walking With The Wolves", "Good Samaritan" e "Revenge" fecahando o CD. Percebemos uma boa performance dos músicos, uma bateria mais precisa na gravação. Fans do Helloween, Hammerfall e Megadeth corram atrás.
UNDERGROUND ZINE
 

E, neste The Way To Follow, que conta até com a participação de Thomaz Galuf do Dark Avenger nos teclados, a banda mostra três músicas, e uma introdução, que poderão aradar a muitos fãs do estilo. Todas elas têm melodias muito agradáveis, refrãos e solos muito precisos, como The Way To Follow.

CHOOSE YOUR SIDE

 

"The Way to Follow", que em seus seis minutos traz desde melodias até agressividade pura. Uma bela demo, que traz desde um pacote gráfico competente até uma produção muito boa.

WHIPLASH